Sequência de “causos” marcantes ocorridos nas minhas viagens… já publiquei a parte 1, 2, 3, 4 e 5, ainda não leu?

Atendente sem senso de humor no Sea World, em Miami
Quando estava em Miami visitando o Sea World, havia uma opção de nadar com os golfinhos, em um ambiente controlado, com treinadores, com um pouco de interação com os animais. Na verdade foi um dilema, pois eles ficam ali em cativeiro, por mais que sejam bem tratados, ainda assim é um cativeiro. Fiquei pensando se pagaria para isso ou não, acabei decidindo fazer. Ao comprar esse pacote, era necessário assinar um termo, ler um contrato, vários itens, e o atendente se colocou à disposição para tirar quaisquer dúvidas. Uma das perguntas era se você seria capaz de se comunicar em inglês. Não resisti e fiz uma piada: “Essa pergunta é porque os golfinhos só falam inglês?”. O atendente não sorriu, acho que na verdade nem piscou, e respondeu secamente: “Isso é porque os instrutores que estarão lá com você só falam inglês.”. Fiquei meio sem graça, e continuei lendo. Uma outra questão era que você se comprometia a não perseguir os golfinhos, não bater neles e não mordê-los. Lá fui eu tentar outro comentário: “Nossa, que tipo de pessoa morderia um golfinho?”. Novamente de maneira seca, o atendente respondeu: “Pessoas com necessidades especiais, por exemplo.”. Fiquei mais sem graça ainda, e resolvi parar com considerações espirituosas…
Barganhando em Istambul, Turquia
Sempre que vou a algum lugar novo faço questão de comprar um souvenir que seja, algo pequeno, característico do lugar, para ter como recordação. Em Istambul, fiquei procurando por uma miniatura da Hagia Sofia. No geral várias lojas vendem sempre as mesmas coisas, provavelmente do mesmo fornecedor inclusive. Mas estava procurando e achei uma da qual gostei, mas achei meio caro. Como sabia que os turcos costumam valorizar a barganha, já fui lá e pedi quase 50% de desconto, para iniciar a conversa. O vendedor pegou o souvenir da minha mão, colocou de volta na prateleira e falou “Bye, bye!”, despedindo-se com a mão. Fiquei atônito, enquanto ele virava as costas e voltava para dentro da loja. Acabei achando o mesmo souvenir, realmente pela metade do preço, em outra loja. Fiquei com vontade de voltar lá para mostrar para ele a venda que ele perdeu, mas acabei deixando pra lá…
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