Búzios, RJ

7 10 2021
Orla Bardot

Na nossa primeira viagem pós-isolamento (não digo pós-pandemia porque não chegamos lá ainda), no final de setembro de 2021, fomos visitar Armação dos Búzios, ou simplesmente Búzios, no litoral norte do Rio de Janeiro. Foi uma passada bem rápida, de apenas 4 noites, conseguimos conhecer algumas praias mas sem dúvida ficamos com a sensação de precisar ficar mais tempo para ir às outras.

Para hospedagem optamos por ficar perto da Rua das Pedras, região bem central, para podermos sair à noite sem precisar usar o carro. Há por ali uma grande concentração de restaurantes, lojas, bares, muitos com música ao vivo, alguns na orla e outros na paralela. Dá também para caminhar na famosa Orla Bardot, que ganhou esse nome após a visita da atriz Francesa Brigitte Bardot, que trouxe pela primeira vez alguma notoriedade para Búzios. Após a visita da atriz, a cidade passou a ser um destino procurado por turistas, pelo que dizem. No primeiro dia ficamos em Geribá, uma das praias mais conhecidas, ficamos no canto esquerdo da praia, água bem tranquila, mas estava bastante turva. Fiz um pouco de snorkeling e cheguei a incomodar uma tartaruga que estava entre as pedras. Há algumas barracas e quiosques com estrutura, não cobram para usar se você consumir algo.

Pedras no canto esquerdo da praia de Geribá

Em uma das noites, fomos jantar no Pino, um restaurante com preços um pouco salgados, mas com mesas na areia, que chamou nossa atenção. Comida boa, mas um pouco cara. Decoração bem agradável, com música ao vivo. Um outro lugar pelo qual passamos 3 noites diferentes é um bar temático chamado “The House of Rock & Roll”. Como o nome já sugere, há um palco onde se toca muito rock ao vivo, e costuma estar sempre cheio. Nas noites mais frias fomos jantar uma vez na creperia Chez Michou, e uma outra vez na cantina La Gulosa, ambos muito bons e com preços razoáveis.

Vista da nossa mesa no Pino

Outro dia de praia fomos para a Ferradurinha, uma praia bem pequena e tranquila, com poucas barracas que cobram caro pela estrutura e pelo que servem também. Nesse dia não pegamos muito Sol, estava bastante vento, e acabamos aproveitando para almoçar por ali, no restaurante White, ambiente simpático, preço razoável.

No outro dia, com bastante sol, fomos para a praia do Forno, outra praia bem pequena, com pouca estrutura, areias vermelhas e água muito tranquila, conseguimos ver várias tartarugas que vinham até muito perto da areia. No meio da tarde saímos de lá e fomos conferir a João Fernandes, uma outra das mais conhecidas. Bastante movimentada e com muitas opções de restaurantes e bares, também de águas tranquilas. Na saída fomos ao mirante João Fernandes, de onde se tem uma bela visão do pôr-do-sol. A melhor coisa de Búzios é que as praias são bastante próximas do centro em sua maioria, de carro daria no máximo uns 15 minutos para qualquer uma delas, eu acredito.

Tartaruga na praia da Ferradurinha
Praia da Ferradurinha
Entrada da praia do Forno
Praia do Forno
Praia João Fernandes no final da tarde
Pôr-do-Sol visto do mirante João Fernandes

Foi um bom passeio para retomarmos viagens depois de tanto tempo praticamente sem sair de casa. E é um lugar que vale mais visitas, com mais tempo no futuro.





Roma (série)

26 09 2021
imagem daqui

Essa série, de 2005, em duas temporadas produzidas pela HBO, acredito que seja uma das melhores, se não a melhor série que retrata esse período histórico do último século antes de Cristo, no período de transição da República para o Império. O que mais chama a atenção é o trabalho e atenção que tiveram para reproduzir uma sociedade de mais de 2000 anos atrás. As roupas, a cidade cenográfica, tudo com bastante cuidado, a HBO contou com a parceria da BBC na produção para que tudo fosse reproduzido da maneira mais fiel quanto possível, dados os registros históricos disponíveis. Até por todo esse trabalho, a produção ficou extremamente cara, e acabou tendo somente duas temporadas das cinco inicialmente planejadas.

A República Romana foi um período que durou mais de 4 séculos, onde o poder era exercido pelo cônsul e este era aconselhado pelo Senado e tinha poderes limitados também pelo Senado. O fim da República tem início na ascensão de Júlio César, e é justamente esse período que é retratado na série.

A série mostra os fatos históricos, fala das batalhas, alianças políticas, traições, todas as coisas contadas nos livros de História, mas conta também o ponto de vista de pessoas comuns, no caso dois soldados, Tito Pulo e Lucius Vorenus, que são os principais personagens da série, mostrando momentos de suas vidas “comuns”, longe dos livros de História, mas também os colocando, como elementos de ficção, com papéis decisivos em vários fatos históricos, o que na minha opinião enriquece a narrativa e contribui para engajar o espectador com aquela sensação de querer ver o próximo episódio, ou mesmo ter empatia e torcer por estes personagens (com as figuras históricas não há muito como fazer isso, pois já se sabe de antemão o desenrolar de suas vidas). E é justamente o ponto de vista de dois “plebeus”, que não faziam parte da sociedade romana dos “patrícios”, que torna a série diferente, audaciosa e a faz valer a pena ser vista.

A separação entre as classes é muito nítida, e num primeiro olhar pode até chocar como os plebeus e escravos se submetem a praticamente tudo em favor das classes mais favorecidas, os patrícios, nobres proprietários de terras, “bem nascidos”. Matar um escravo era uma questão de se ressarcir o dono do escravo pelo prejuízo, e não tratado como homicídio. Haviam lugares que podiam ser frequentados por plebeus, e outros somente pelos nobres. As roupas usadas por cada um identificavam facilmente a classe à qual pertenciam. Guardadas as devidas proporções, avançamos enquanto sociedade nesses 21 séculos em alguns desses pontos, em outros nem tanto…

A religiosidade romana também é retratada de maneira muito interessante, retratando alguns detalhes do paganismo politeísta, onde existiam vários deuses cultuados, cada um com sua função bem definida e rituais que deviam ser seguidos. Os personagens faziam oferendas, tinham pequenos altares, e os próprios ritos civis, políticos e militares tinham um viés religioso também. Outra característica que é marcante também é a questão da sensualidade e sexualidade, explorada em vários momentos durante a trama, e que acaba garantindo mais audiência, como a HBO bem sabe…

É uma bela série para quem gosta de História e de uma produção bem-feita, realmente uma pensa ter tido somente duas temporadas, gostaria de ter visto mais, acho que seria bem interessante.





Educação Financeira

19 09 2021
imagem daqui

Aí está uma assunto que acho extremamente interessante, e cuja importância eu acho que grande parte das pessoas subestima, em especial em se tratando de brasileiros. Penso que há no brasileiro em geral uma questão cultural forte, mas também questões das gerações anteriores que se acostumaram ao longo do tempo com uma instabilidade econômica que não permitia muito pensar em educação financeira, em finanças pessoais, planejamento financeiro, etc. Convivi na infância com um período de hiperinflação, onde os preços costumavam subir diariamente, algo impensável para quem nasceu de 1990 pra cá…

A educação financeira é mais do que apenas saber economizar o dinheiro. É uma questão mais ampla, que na minha opinião deveria inclusive ser ensinada a todos, na escola. Consiste em práticas que tem o objetivo de lhe trazer qualidade de vida, tanto no presente quanto no futuro. Ensinar a construir um planejamento financeiro visando o bem estar das pessoas. Assim, você consegue dominar o seu dinheiro e tem mais consciência do que fazer com ele. Claro que economizar, cortar gastos desnecessários, investir e aumentar seu montante é importante. Mas não se trata apenas disso. A educação financeira envolve fatores financeiros e emocionais, como se questionar se a compra ou aquisição de terminado produto ou serviço realmente é necessária no momento. Assim, você consegue controlar melhor os seus gastos e planejar a vida com mais tranquilidade.

No meu caso, a família nunca teve muito dinheiro, levávamos uma vida simples, sem excessos ou luxos. Estudei em escolas gratuitas a vida inteira, e consegui entrar em uma universidade também gratuita. Depois de formado, quando comecei a receber e gerir meu próprio dinheiro, comecei a me informar e estudar como gerenciar da melhor forma. A questão que eu tinha era: Como pagar as próprias contas, conseguir me manter e ainda guardar algum dinheiro todo mês?

É possível poupar sempre, mesmo ganhando pouco?

A primeira coisa que é necessário aprender é que sim, sempre dá, e é muito mais fácil acostumar-se quando começamos a fazer isso desde cedo. Procurar sempre colocar o dinheiro a ser guardado como a primeira “conta” a ser paga. Guarde seu dinheiro primeiro, e gaste o que sobrar. O que a maioria acaba fazendo é gastando o dinheiro e guardando o que sobrar. Vamos supor que você receba um salário líquido de 2 mil reais, e comprometa-se a guardar 20% disso, 400 reais. Você precisa ter a consciência e a disciplina de que suas despesas terão que caber em 1600 reais, ou seja, somente conte com o valor que estará disponível após você guardar aqueles 400 com que vocÊ está “comprometido” mensalmente. Primeiro pague a você mesmo, depois comece a pagar o resto. Parece ser mais fácil falar do que fazer, mas depois que você começa, fica extremamente natural e você nem se lembra mais daquele dinheiro a mais, é simplesmente uma questão de se acostumar, e de ter disciplina ao longo do tempo… Sempre é hora de começar, mas é realmente mais fácil quando se está iniciando a vida profissional. Outros momentos em que isso é facilitado é quando seu padrão de remuneração cresce por algum motivo (mudança de emprego, promoção, aumento, alguma renda extra recorrente, etc.).

E para que propósito você está guardando dinheiro?

Uma coisa importante é você ter horizontes, ou pequenos objetivos a serem alcançados ao longo da vida. Isso estimula e ajuda a manter a disciplina de controlar os gastos. Seja um bem um pouco mais caro que você deseja, uma viagem, um presente mais caro para si mesmo ou para alguém importante, coisas assim… Uma coisa que aprendi com o Mauro Halfeld, um dos primeiros autores que li a respeito, é de se permitir ter esses prazeres para si e para os outros, ao invés de ficar simplesmente escravo do dinheiro sendo guardado. Equilíbrio, sempre, como tudo na vida! No meu caso, quem me conhece sabe, o planejamento de viagens sempre teve uma importância grande, mas cada um tem suas prioridades. Penso também na aposentadoria, desde sempre: assim que comecei a receber salário, sempre procuro guardar cerca de 10 a 12% do meu rendimento líquido para esse fim, para ser usado somente após um prazo mais longo.

E independentemente dos seus objetivos e quanto consegue guardar, o importante é se acostumar com o princípio, as coisas vão ficando mais fáceis à medida que o tempo passa e você se acostuma.

E onde guardar esse dinheiro?

Essa também é uma parte importante, hoje em dia com a tecnologia avançando, temos facilidades de acesso a informações e produtos financeiros muito melhores do que antigamente. Existem opções para o dinheiro que você vai precisar só daqui a muitos anos, opções para utilizar a qualquer momento em emergências, opções balanceadas para o meio-termo, etc. O importante é conhecer e estudar um pouco a respeito. Ou, se não quiser, ou lhe faltar tempo ou interesse, procurar algum tipo de auxílio, formal ou não. O excesso de informações disponíveis também tem um lado ruim: há muita gente vendendo ideias erradas de que é muito fácil ganhar muito dinheiro em muito pouco tempo. Importante conseguir “garimpar” as boas informações. Eu mesmo passei anos lendo e assistindo materiais a respeito de investimentos, e hoje seleciono muito poucas fontes de informações que levo em consideração. Ficar tentando trabalhar com todas as informações disponíveis é simplesmente insano e impossível. Mas escolhas de investimentos é um assunto mais aprofundado, fica para um outro post no futuro…

Espero que tenha gostado, se tiver interesse e quiser conversar a respeito, é só entrar em contato, será um prazer se eu puder ajudar.

Abraço e até a próxima!





Montanhas e natureza

8 09 2021

Sou um apaixonado por viagens, se você me conhece minimamente já sabe disso, não é novidade… Mas há um tipo de viagem que no geral me atrai mais, acaba geralmente me trazendo mais prazer. Não que eu não goste de passeios urbanos, culturais, gastronômicos e afins. Mas pra mim, um movimento de ficar um tempo em meio à Natureza, preferencialmente desconectado do resto do mundo, isso traz todo um encanto a mais. Cachoeiras, então, são a “cereja do bolo”, ainda mais se der pra tomar aquele banho gelado…

Aí acontece que resolvi fazer um post genérico, com uma seleção de fotos no meio da natureza, até para matar um pouco das saudades, sem estar falando de um local ou viagem em especial…

Na Chapada dos Guimarães (MT)
Cachoeira do Taboleiro, na Serra do Cipó (MG)

Quando estou no alto de uma montanha, ou numa trilha no meio do nada, o que sinto nesses momentos, e que me satisfaz, é algo que me traz uma sensação boa de paz, de tranquilidade, e de conexão com a natureza, com o divino, com algo que transcende esse plano, algo mais do que uma simples desconexão com a vida do “dia-a-dia”.

Uma das casas onde me hospedei na Chapada Diamantina (BA)

De tempos em tempos eu sinto que preciso de momentos assim, de “descompressão”, de estar só comigo mesmo, ou ao menos com pessoas diferentes, que no geral – e isso é uma outra coisa que adoro nesse tipo de viagem – são pessoas com uma energia muito boa, um astral muito bom, e por vezes acabam se tornando amigos, ou companheiros para novas viagens, trocas de dicas e experiências, etc. A minha ida ao Nepal contou com dicas de amigos que conheci no Monte Roraima, para onde só fui por conta de um contato que conheci na Serra Fina; na Serra Negra fiz amizades que me chamaram para a Serra do Cipó, e por aí vai…

Por várias vezes me peguei sozinho, simplesmente quase em estado de meditação, enquanto estava no alto de uma montanha vendo as nuvens por cima, ou congelando embaixo de uma queda d’água, ou ainda olhando para a cachoeira e ficando hipnotizado pela imagem e barulho da água caindo, imaginando que ela permanece ali, caindo, por dezenas de milhares de anos, da mesma forma…

No Rocky Mountains Park, no Colorado (EUA)
Banho de cachoeira em Ilhabela (SP)
Cachoeira na Chapada dos Veadeiros (GO)
Caminhando sobre a “Devil’s Bridge”, em Sedona, no Arizona (EUA)
Trilha no Parque das Cataratas do Iguaçu (ARG)
Turma da viagem à Chapada dos Veadeiros (GO) reunida

Para mim, que não sou uma pessoa religiosa, considero essas “fugas para o mato” como o meu momento de comunhão com a natureza, de conexão comigo mesmo, momento de parar para respirar. Para sentir os cheiros, para ouvir os barulhos, dormir com o barulho de uma queda d’água bem pertinho, poder olhar para as estrelas sem luzes para atrapalhar, dormir facilmente por conta do cansaço, sem se importar minimamente em estar em uma barraca, em um saco de dormir…

Uma das minhas fotos preferidas, tirada pelo guia Sherpa sem que eu percebesse,
próximo ao Annapurna, no Nepal
Olhando as nuvens por cima, no alto do Monte Roraima
Geleira em Puerto Natales, no Chile
Nadando nos Lençóis Maranhenses
Olhar de despedida na Chapada Diamantina
Olhando para o vale em Gonçalves (MG)
Parada pra pose na Travessia Petrópolis-Teresópolis

E o que faz uma pessoa como eu, que gosta tanto desse tipo de viagem, que vive em São Paulo, cidade grande, e enfrenta uma pandemia durante a qual fica impossibilitado de viajar? Pois então… essas experiências não podem ser vividas no mundo virtual, ao menos por enquanto a tecnologia ainda não permite isso… podem então imaginar a crise de abstinência pela qual estou passando… a única viagem nos últimos tempos foi uma “fugida” para São Luiz do Paraitinga, numa pousada/refúgio que conheço há bastante tempo para um final de semana, e somente agora, setembro de 2021, estamos tentando planejar uma viagem um pouco mais longa, mas ainda com muitas restrições e cuidados, pois apesar da vacinação estar avançando, a pandemia ainda deve ser motivo de preocupação por um bom tempo…

Espero no futuro poder novamente planejar viagens com um pouco mais de segurança, e em especial conseguir continuar conhecendo lugares especiais, com paisagens lindas e experiências que vão ficando para o resto da vida…

“Viajar é fatal para o preconceito, intolerância e ideias limitadas”
– Mark Twain





Costa Amalfitana, Itália

29 08 2021
Costa Amalfitana, vista da Vila Rufolo

No verão europeu de 2007, fui à primeira vez à Europa, e um dos lugares pelos quais passei e que são inesquecíveis é na Itália, a chamada Costa Amalfitana, região costeira ao sul de Nápoles, e possui uma das mais famosas vistas do Mar Mediterrâneo, com suas cidades que vão se estendendo pelas montanhas, montando um cenário já retratado tantas vezes no cinema quando um pano de fundo pede uma cena digamos assim, “mediterrânea”.

A região é formada por diversas cidades pequenas, sendo as mais famosas Amalfi (da qual a Costa empresta o nome), Ravello, Positano e Cetara. A opção para chegar lá foi de carro a partir de Nápoles, com direito a uma parada para conhecer a cidade de Pompéia, soterrada pela erupção do Vesúvio no ano de 79 d.C. (passagem que fica para um outro post). Essa passagem por Ravello e Amalfi foi parte dessa minha primeira ida à Itália, quando passei também por Florença, Roma e Veneza.

Praça central de Ravello

A cidade de Ravello fica no alto da encosta, mas de lá consegue se acessar as vilas costeiras facilmente, até caminhando. Foi em Ravello onde fiquei hospedado, no B&B I Limoni (B&B significa “Bed & Breakfeast”, ou “cama e café da manhã”), que é uma pequena propriedade onde se plantam limões na encosta, e os proprietários alugavam suítes para turistas. A propriedade fica literalmente de frente para o mar, com uma das vistas mais deslumbrantes que uma hospedagem já me proporcionou.

Vista da varanda do quarto

Para se locomover por ali, é divertido caminhar pelas ruas estreitas, morro acima e morro abaixo. Porque, se for de carro (desaconselhável especialmente na alta temporada de verão, difícil estacionar), vai ficar fazendo zigue-zagues o dia todo pelas poucas estradas que cortam as cidades da costa.

Rua onde fica o B&B I Limoni
Rua em Ravello
Rua em Amalfi

É muito comum que os turistas fiquem cansados de tanto caminhar pelas ladeiras, mas é impressionante ver como os locais (até os mais velhos) perambulam com desenvoltura por ali, até mesmo carregando sacolas de compras, bem mais pesadas do que nossas pequenas mochilinhas do dia-a-dia. A culinária é um espetáculo à parte, massas italianas com frutos do mar em geral, realmente um dos melhores lugares para se comer bem. E o povo é extremamente amável, simpático e orgulhoso da sua terra, como mostra na placa abaixo, numa das ruas da cidade, de frente à praia:

“O dia do juízo, para os amalfitanos que irão para o Paraíso,
será um dia como todos os outros”

Estrada “serpenteando” entre as propriedades
na encosta
Vista noturna da baía
Vista da lua da varanda do B&B

Uma excelente região para passar alguns dias, experimentar uma praia no Mediterrâneo que não seja (ao menos não era na época) badalada como outras, mas com belas paisagens e lugares para fotos e momentos inesquecíveis. Povo amável e receptivo, muito boa comida e imagens para guardar para sempre na memória…