São Petersburgo (parte 2)

20 09 2020

Segue o post sobre minha visita a São Petersburgo, na Rússia, em junho de 2013… A primeira parte está aqui.

O Hermitage

Um dia tem que ser separado para visitar o Hermitage, um dos museus mais famosos do mundo, consta que tem a maior coleção de pinturas do mundo, e em acervo total só perde para o Louvre, em Paris. O edifício em si é uma peça de arte à parte. Foi construído no século XVIII pela Czarina Catarina, foi usado como Palácio de Inverno dos Czares até a Revolução Russa em 1917. Fotos são restritas (ao menos eram em 2013 quando estive lá), vale a pena dar uma olhada no vídeo oficial abaixo, 4 minutos somente. Visitar um palácio é sempre garantia de uma arquitetura deslumbrante, salas com mobílias da época imperial, uma bela viagem pela História da Rússia, que eu conhecia muito pouco.

Passeio de barco

Como estava no verão, havia passeios de barco pelo rio Neva que corta a cidade. É um passeio diferente, e há muita gente na rua durante a madrugada toda, já que a noite não chega a ficar totalmente escura. O ponto alto do passeio é a abertura da ponte levadiça, toda iluminada. Passeio 100% pra turista, mas eu curti, provavelmente um dos passeios que eu consideraria imperdível estando lá. Mas, esse passeio só ocorre no verão, por motivos óbvios. Provavelmente seriam viagens completamente diferentes se fossem feitas no verão (cheguei a pegar 37 graus durante o dia) ou no inverno (temperaturas negativas, e escuridão 18 horas por dia).

Ponte levadiça no passeio de barco na white night
Foto tirada no passeio noturno de barco
Palácio Peterhof

O Palácio de Verão do Czar Pedro, o Grande, assim como todo o centro histórico de São Petersburgo, faz parte do Patrimônio Mundial da UNESCO. Foi um palácio construído inspirado no palácio de Versailles, morada da família real francesa, na época a referência máxima de requinte, sofisticação e modernidade. A cidade fica a 30 km de São Petersburgo, e fui convidado para uma excursão para lá com uma turma que estava aprendendo russo com uma ucraniana, que se ofereceu como guia. Quem me convidou foi um dos alunos, Roberto, um italiano simpático que estava no mesmo AirBnB que eu. Na turma ainda haviam mais duas holandesas, pelo que me lembro.

O passeio foi muito agradável, o dia estava quente e ensolarado e nos permitiu aproveitar bastante. O único dissabor foi um quase furto que sofri, quando estava no meio de uma aglomeração assistindo a uma apresentação de música tradicional, e senti uma mão tentando entrar no bolso da minha bermuda. Dei um pulo assustado, o rapaz que estava tentando me roubar disfarçou e saiu andando, mesmo comigo gritando em inglês com ele. Finalmente não aconteceu nada, mas fica a lição para ficar atento a esse tipo de coisa, seja qual for o país onde você se encontra.

O Palácio em si e os jardins são lindos, é um passeio que vale muito a pena.

Peterhof
Jardins de Peterhof
Jardins de Peterhof

Museu Militar

Para quem gosta de História, como eu, o Museu Militar de São Petersburgo é uma parada obrigatória. Armas e armaduras medievais, tanques, mísseis, e até o carro militar com o qual Lênin desfilou ao vencer a Revolução Russa no início do século passado.

Besta medieval
Armaduras medievais
Carro usado por Lenin na revolução

Por último, como costumo fazer nas minhas viagens, procuro por restaurantes e lugares em que não haja muitos turistas. Às vezes consigo, às vezes não. Por indicação da minha anfitriã, fui a um lugar chamado Cat Café, de comida georgiana. Sem menu ou atendimento em inglês. Experiência divertida, comida muito boa, valeu a pena. Já em Moscou (fica para outro post) acabei comendo coisas sem saber até hoje do que se tratavam… Meu russo ainda é muito ruim, mas depois de uma semana vendo as placas no alfabeto cirílico, ao menos pronunciar alguma coisa eu já sabia… marcas famosas sendo escritas em russo também ajudam, como pode ser visto nas fotos abaixo. Reconhece?

Pronúncia ocidental, alfabeto cirílico

Espero que tenha gostado do relato, foi uma das viagens mais marcantes que já fiz, e valeu a pena ter esperado tanto para conseguir fazê-la.

Abraço e até uma próxima!





Na natureza selvagem (filme/livro)

7 09 2020

Essa semana me peguei pensando nesse filme, não sei bem o porquê. É um filme de 2007, sobre a estória (real) de um rapaz (Christopher) que no início da década de 90, após se formar, resolve desconectar-se do mundo e da sociedade por completo, e inicia uma jornada para o Alaska, sozinho, após desfazer-se de tudo: dinheiro, identidade, carro, qualquer coisa que pudesse vinculá-lo à sua antiga vida, uma vida em sociedade.

Eu assisti a esse filme algumas vezes, gostei muito, uma fotografia bem feita, uma trilha sonora que é um espetáculo à parte, feita sob encomenda pelo Eddie Vedder, do Pearl Jam (sou suspeito, sou muito fã dele). As letras de duas das músicas em especial passam por muitas situações do filme:

“Sociedade, tenha piedade de mim
Espero que não fique brava se eu discordar
Sociedade, realmente louca
Espero que não esteja solitária sem mim”
– em Society

“De joelhos dobrados não há como ser livre
Levantando um copo vazio, eu pergunto silenciosamente
Se todos meus destinos aceitarão aquele que eu sou
Para que eu possa respirar”
– em Guaranteed

E o filme fala disso, de discordar e não estar conseguindo respirar, viver, na sociedade moderna. Quem tenta “escapar” das regras, é louco. Será mesmo? Ou loucos mesmo seriam aqueles que não questionam? Que permanecem na lógica de estar sempre correndo atrás de tudo, sofrendo a pressão de ter mais, de ser mais, muitas vezes sem se perguntar o porquê… Desde sempre, estamos sendo confrontados com objetivos, metas, expectativas que outros colocam sobre nós. Se não tivéssemos nada disso, será que faríamos as mesmas escolhas?

No caso da estória que inspirou o filme, não consta que o rapaz fosse violento, revoltado… ele estava bastante descontente com as relações familiares, com as coisas que esperavam dele (trabalhar para conseguir dinheiro, dirigir um carro melhor, etc), e simplesmente queria estar à parte daquilo tudo, e assim o fez. Encontrou e encantou pessoas ao longo da sua jornada, fez uma “base” num ônibus abandonado no meio do nada, que ele batizou de “Magic Bus” (Ônibus Mágico), e que posteriormente virou ponto de peregrinação de mochileiros, ocasionando inúmeros acidentes, até ser removido de lá pelo governo local. Ele buscou o seu caminho, e acabou encontrando algumas experiências que não viveria de outra forma, além de ter encontrado também a morte prematura (perdão pelo spoiler, mas é fato conhecido…). Valeu a pena? Só ele poderia responder…

Acho a estória inspiradora, mas não no sentido de seguir os passos dele, mas sim no sentido de dar vazão a esse tipo de inquietação e questionamento, por quanto tempo devemos estar sempre nos dedicando a ter as coisas, a conquistar coisas, sem olhar para nossas próprias necessidades. A sociedade nos pressiona a conquistar, ter resultados, independente de nossas próprias aspirações mais profundas. Expectativas são criadas no nosso nascimento, projeções são feitas em cima de cada um de nós, por vezes enviesadas por frustrações de nossos pais, que podem enxergar na geração seguinte a chance de alcançar o que não lhes foi possível.

Negar tudo isso é difícil, olhar para si e se permitir fazer coisas que fogem das expectativas a seu próprio respeito, não é um exercício fácil. Acho que o caminho do equilíbrio é sempre o melhor, embora nem sempre consigamos enxergá-lo. Cada um é responsável pelo seu próprio caminho (ou deveria ser), pelas suas escolhas, seus erros e acertos. E temos que conviver com eles ao longo da vida, faz parte. Às vezes é difícil enxergar as implicações, mas elas estarão lá. O melhor acontece quando conseguimos levar as coisas com leveza, com a importante serenidade de aceitar o que não pode ser mudado, o que passou, o que já foi. Não se deveria perder tempo com arrependimentos ou descaminhos já escolhidos, eles ficaram pra trás, e ali permanecerão… Talvez em tom de arrependimento, uma das conclusões finais no diário de Christopher – que foi usado para escrever o livro e o filme – diz algo sobre a felicidade, que ele acaba descobrindo no meio da sua aventura solitária:

“A felicidade só é real quando é compartilhada.”

Christopher McCandless

De alguma forma, a busca dele estaria sempre incompleta se ele não pudesse compartilhar, de dividir o sentimento, a completude, a felicidade que ele buscava, e cuja busca não terminou…

Se quiser ouvir a trilha sonora completa: tem no Spotify e também no YouTube, e se quiser se aventurar no livro, tem aqui.

O ônibus mágico…




Sobre o tempo…

26 07 2020

“Batidas na porta da frente… É o tempo…
Eu bebo um pouquinho pra ter argumento… Mas fico sem jeito calado, ele ri… Ele zomba do quanto eu chorei… Porque sabe passar, e eu não sei…”

Aldir Blanc, em “Resposta ao tempo”

Eu tenho mania de guardar coisas… algumas úteis, outras nem tanto, outras ainda com potencial de serem úteis em hipotéticas e improváveis situações futuras… Limpando e arrumando algumas coisas nesses dias encontrei algo curioso: o meu primeiro cartão de visitas! Era o ano de 1995, tinha meu diploma de Técnico em Eletrônica pela ETESP no final do ano anterior e decidi sair do emprego de técnico de laboratório na Proceda, após 7 meses de contrato, e resolvi virar freelancer como técnico de campo para equipamentos de informática, fiz o cartão na boa e velha HP DeskJet da mãe. Bons tempos aqueles, ainda morando com a mãe, 18 anos e muita energia para trabalhar, e arriscar…

Na época, era telefone de casa(da mãe!) e PAGER da Mobi

Quando vi o cartão comecei a lembrar da época: comprei um pager (hoje peça de museu, certamente!), prestava serviços para algumas empresas, cheguei a colocar anúncio no jornal (classificados de domingo!), aprendi naquele período como lidar com clientes, cometi os primeiros erros, e enquanto isso estudava à noite no Anglo para prestar o vestibular de Engenharia de Computação na Unicamp. Fui entrevistado pela Folha para o caderno de vestibulares Fovest, numa matéria que dizia “Vestibulandos surfam na rede”(achei essa matéria guardada também, veja abaixo!), já que a Internet era uma novidade, e o Google nem existia… Prestei dois anos seguidos até conseguir a tão sonhada vaga. Em 1996 parei com essa estória de freela e fui trabalhar como técnico na Megaprom Informática, mais uma vez visitando clientes, trabalhando com suporte e manutenção… tempo bom, que não volta mais…

Usar Internet era motivo de matéria no jornal, em 1996. Estou atrás do rapaz de boné.

Graças ao esforço da minha família, que apesar das dificuldades conseguia me ajudar financeiramente, consegui parar de trabalhar e me dedicar integralmente à faculdade de Engenharia de Computação da Unicamp, a partir de 1997. Saindo da casa da mãe, mudando de cidade… Era um dos pouquíssimos da turma que já havia tido alguma experiência profissional. A maioria ali estava com 17 anos, e havia saído imediatamente do segundo grau para lá. Foi, à época, meio estranho para mim, mas por pura falta de informação mesmo… eu era uma exceção, mas antes de entrar achei que não seria.

De lá pra cá, 23 anos se passaram… formatura após 5 anos, fui trabalhar com desenvolvimento na Motorola em Jaguariúna, casei em 2002, e me separei em 2009. Mudei para São Carlos, onde trabalhei também com desenvolvimento na Opto Eletrônica, por quase dois anos. Depois disso, final de 2011, recebi uma proposta na Avnet e voltei para São Paulo, para atuar como Engenheiro de Aplicações de Campo. Depois de 15 anos, voltava finalmente a uma função onde era necessário lidar diretamente com clientes. E só aí me lembrei como gostava disso, e como sabia fazer um bom trabalho. De volta às origens, de certa forma… Em 2015 tive uma proposta para trabalhar em Belo Horizonte, na Unitec. Arrumei as coisas, casei pela segunda vez e lá fomos nós para BH. Ficamos por 3 anos, e desde outubro de 2018 estou de volta a São Paulo, trabalhando na Vermont.

Acho que esse momento de quarentena me fez pensar em tanta coisa pelo que passei nesses anos todos, desde aquele primeiro cartão… Fui construindo uma carreira com a qual fico muito satisfeito. E no lado pessoal, conheci pessoas fantásticas, perdi pessoas, algumas afastadas pela vida, outras pelos acontecimentos, outras sem motivo nenhum… altos, baixos, realizações, frustrações, sofrimentos sentidos e infligidos a outros… Acho que com mais vitórias do que derrotas, mais alegrias do que tristezas, e – faz parte – um tanto de arrependimentos… Uma vez um colega me perguntou sobre uma determinada situação da vida dele que implicava em uma decisão importante a ser tomada… eu disse a ele: qualquer que seja a sua escolha, em algum momento do caminho (talvez mais de uma vez ao longo dele) você irá olhar pra trás e ter a certeza de que a outra escolha teria sido melhor… simplesmente porque a realidade competir com a utopia do que não se realizou não é justo… não tem como ser…

E que venham mais uns 23, 25 anos para que eu possa encontrar coisas antigas, datadas do longínquo ano da pandemia de 2020…

“E o tempo se rói com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Pra tentar reviver…

No fundo é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso, ele não vai poder
Me esquecer…

Adir Blanc, em “Resposta ao Tempo”





Pandemia e quarentena…

5 07 2020

Hoje, 05 de julho, eu completo 110 dias em “modo quarentena”, trancado em casa com a esposa, saindo somente para compras no sacolão do bairro, duas ou três vezes na semana, no máximo, o resto das coisas, tudo online… hoje, depois de 45 dias, acabei me permitindo dar a pedalada de domingo de manhã… Cá estamos, vivendo uma situação que nossa geração jamais imaginou viver… gerações anteriores conviveram, em menor e maior grau, ao passar dos anos, com a possibilidade de uma guerra nuclear potencialmente apocalíptica… os filmes blockbusters refletiam esse medo, na minha infância… na medida que essa possibilidade ficava mais remota, os temas tiveram que se renovar: catástrofes naturais, invasão alienígena, colisão de asteróides, e por aí vai… mais recentemente algumas visões apocalípticas com algum supervírus assassino também começaram a ser mais comuns…

Mas o fato é que a grande maioria das pessoas não imaginava ter que passar pela situação que estamos passando. Muito já se disse sobre isso, do ponto de vista do impacto que teria nas nossas vidas, nosso modo de ver e fazer as coisas, do impacto psicológico (outro dia li uma psicóloga de uma universidade europeia, especialista em traumas, dizendo que esse nosso confinamento é “o maior experimento psicológico da história”. Não tenho conhecimento para avaliar, mas tenho observado muitas das reações ao longo das semanas, nos contatos virtuais com as pessoas (porque contato físico é somente com minha esposa), e têm variado bastante… bom humor, momentos de pânico, desespero… o excesso de informações que o acesso à Internet trouxe não colabora muito para o equilíbrio…

Mas o que eu acho é que de uma maneira geral situações extremas trazem à tona o que existe de pior e melhor nas pessoas, em graus diferentes. Pessoas que têm dificuldade em ter empatia com o próximo, com o diferente, não agem de maneira diferente durante esse período. E é justamente nesse momento pelo que passamos que mais precisamos da empatia, do respeito e entendimento em relação ao próximo. Cada um tem um modo de encarar, uma visão de mundo, cada um tem uma trajetória e uma bagagem única, capacidades e limitações também únicas. Eu tenho o privilégio de conseguir manter uma rotina minimamente equilibrada, não temos filhos, meu trabalho consegue ser feito remotamente com pouquíssimo impacto, eu e minha esposa conseguimos conviver bem, sem grandes problemas… mas há uma infinidade de pessoas que não podem, que têm outras dores, outras demandas e que não podem ser deixadas de lado. Do lado profissional, muitos estão tendo que se readequar, reinventar… as ditas entregas, a forma como você lida com seus prazos, isso tudo teve que mudar. Escrevi um artigo sobre isso no LinkedIn, em especial sobre como os gestores conseguem lidar com essa situação.

A empatia deveria acontecer tanto do lado pessoal quanto profissional. Temos que tomar cuidado para tentarmos sempre nos colocar no lugar do outro, hoje mais do que nunca… e não é excesso de “politicamente correto”, não. É simplesmente ser humano, no sentido mais amplo e simples da palavra… Alguns estão tendo maior capacidade de adaptação do que outros, uns mais facilidades que outros… há aqueles que se aproveitam da situação (no sentido negativo) para relaxarem, trabalharem menos… ninguém pediu essa situação, mas também ninguém sabe como e quando sair dessa situação. As pessoas dizem umas às outras, “Vai passar”, “Sairemos dessa melhores”… Mas na verdade ninguém sabe, ninguém pode afirmar com certeza nada disso…

A falta de empatia, de preocupação com o que é diferente, de entender o diferente, sempre me incomodou… mas nos tempos atuais, tem me irritado muito. Espero que realmente possamos sair de alguma forma melhores de tudo isso, embora eu não esteja lá muito otimista em relação a isso…





Nova década, novo espaço pra escrever…

20 06 2020

2020, ano de pandemia, em que fomos obrigados, forçados a parar, suspender planos, reinventar prioridades e necessidades… ano de repensar, reaprender a fazer um monte de coisas, tanto do lado pessoal quanto profissional… Apesar da década “oficialmente” começar em 2021, esse ano está mais do que propício para encerramentos e inícios de ciclos…
Do meu lado, estou reaprendendo algumas coisas, dando gás em outras, retomando projetos antigos, e entre os projetos antigos vem esse blog. Tive alguns blogs ao longo dos anos, onde dava vazão à minha necessidade de escrever sobre praticamente qualquer assunto, despretensiosamente, mais pra mim mesmo do que para quem mais queira ouvir/ler…

A ideia é colocar textos sobre coisas que me fazem pensar em algo, refletir, notícias, filmes, séries, livros… falar das viagens que fiz. Aliás, sobre as viagens, há bastante tempo troco ideias a respeito e algumas pessoas já disseram que seria legal ter um registro disso, coisas que se perdem ao longo do tempo… E por falar em tempo, já há bastante tempo que larguei meu blog anterior, com algumas dezenas de textos, perdidos e largados no tempo, se quiser se aventurar, fique à vontade, está largado num canto virtual esquecido da Internet, por aqui.

Por enquanto é isso, espero poder ter tempo para voltar a escrever regularmente… o espaço para comentários está aí, à disposição…

Até uma próxima!